9 Abril 2026
Palombar integra Órgãos Sociais do FSC® Portugal para o triénio 2026-2029

Membros dos novos Órgãos Sociais. Fotografia FSC® Portugal.
A nova composição dos Órgãos Sociais do FSC (Forest Stewardship Council Portugal®) foi eleita no dia 31 de março para o triénio 2026-2029, tendo a Palombar - Conservação da Natureza e do Património Rural integrado a Direção deste organismo como suplente. Os novos Órgãos Sociais foram eleitos pela Assembleia Geral da AGFR - Associação para uma Gestão Florestal Responsável (FSC Portugal). Com o início de um novo ciclo estratégico para a organização, a nova direção quer dá prioridade à resiliência florestal, à base científica e à mobilização de atores para enfrentar os desafios climáticos e de biodiversidade.
A presidir a nova Direção do FSC Portugal está o CEABN - Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves, com Conceição Colaço como Presidente; contado ainda com a SPCF - Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais na Vice-Presidência, representada por Leónia Nunes. A Tesouraria está a cargo da SONAE Arauco, através de Inês Costa Luz.
Da Direção, fazem ainda parte, enquanto Secretário, a LPN - Liga para a Proteção da Natureza, e a Forestis - Associação Florestal de Portugal e o Centro PINUS como Vogais. A Direção conta igualmente como suplentes a Palombar, UNAC e Biond, reforçando a diversidade e a pluralidade. Foram também eleitos os restantes Órgãos Sociais, incluindo a Mesa da Assembleia Geral, o Conselho Fiscal e a Comissão de Conflitos, “assegurando a continuidade de um sistema de governação assente na participação, transparência e equilíbrio entre interesses”, sublinha o FSC Portugal.
"A Palombar é, desde junho de 2024, membro associado do FSC Portugal, tendo agora integrado os Órgãos Sociais desta entidade, enquanto suplente da Direção. Também em 2026, reforçámos o nosso compromisso com o sistema, tornando-nos igualmente membros do FSC Internacional, que é uma referência mundial na conservação e proteção das florestas. Assumimos este papel com grande sentido de missão e capacidade de intervenção direta no território. O foco da ação na promoção de florestas resilientes para o próximo triénio é fundamental para assegurarmos recursos naturais equilibrados e capazes de conservar a biodiversidade e gerar mais valias para as comunidades", destaca José Pereira, Presidente da Direção da Palombar, titular de Licença Promocional FSC® N004878.

Florestas resilientes: o foco da nova orientação estratégica
O Memorando Programático definido para os próximos três anos é o documento orientador da nova direção, o qual está “alinhado com a ambição global do FSC de promover florestas resilientes que sustentam a vida na Terra, num contexto de crescentes desafios climáticos, perda de biodiversidade e transformação dos mercados”, indica a entidade.
Assim, os três grandes objetivos programáticos orientadores da nova estratégia do FSC Portugal são: 1. Reforçar o conhecimento para a resiliência florestal, apostando em bases normativas robustas, capacitação contínua, monitorização e avaliação de impactos com base científica; 2. Mobilizar atores para a gestão florestal responsável, reforçando a representatividade do sistema, o envolvimento das partes interessadas e a articulação com políticas públicas e parcerias estratégicas; e 3. Promover ações concretas para gerar impacto, através do aumento da área florestal certificada, da valorização dos produtos florestais não lenhosos, do fortalecimento de mercados responsáveis e da comunicação do valor ambiental, social e económico da certificação FSC.
“Reconheço que este novo mandato representa uma oportunidade determinante para consolidar o papel do FSC Portugal enquanto referência na promoção da gestão florestal responsável. A atuação articulada das três câmaras - ambiental, social e económica - continua a ser fundamental para assegurar um processo de decisão equilibrado, transparente e inclusivo. Dou, por isso, as boas vindas à Palombar, e estou convicta de que, com o seu apoio, continuaremos a reforçar a confiança entre as partes interessadas, a promover o diálogo construtivo e a impulsionar iniciativas que contribuam, de forma concreta, para conciliar a proteção dos ecossistemas, o respeito pelos direitos das comunidades e dos trabalhadores, e a viabilidade económica do setor florestal, fortalecendo a credibilidade e o impacto do FSC no nosso país”, refere Joana Faria, Secretária Executiva do FSC Portugal.
A presidir a nova Direção do FSC Portugal está o CEABN - Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves, com Conceição Colaço como Presidente; contado ainda com a SPCF - Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais na Vice-Presidência, representada por Leónia Nunes. A Tesouraria está a cargo da SONAE Arauco, através de Inês Costa Luz.
Da Direção, fazem ainda parte, enquanto Secretário, a LPN - Liga para a Proteção da Natureza, e a Forestis - Associação Florestal de Portugal e o Centro PINUS como Vogais. A Direção conta igualmente como suplentes a Palombar, UNAC e Biond, reforçando a diversidade e a pluralidade. Foram também eleitos os restantes Órgãos Sociais, incluindo a Mesa da Assembleia Geral, o Conselho Fiscal e a Comissão de Conflitos, “assegurando a continuidade de um sistema de governação assente na participação, transparência e equilíbrio entre interesses”, sublinha o FSC Portugal.
"A Palombar é, desde junho de 2024, membro associado do FSC Portugal, tendo agora integrado os Órgãos Sociais desta entidade, enquanto suplente da Direção. Também em 2026, reforçámos o nosso compromisso com o sistema, tornando-nos igualmente membros do FSC Internacional, que é uma referência mundial na conservação e proteção das florestas. Assumimos este papel com grande sentido de missão e capacidade de intervenção direta no território. O foco da ação na promoção de florestas resilientes para o próximo triénio é fundamental para assegurarmos recursos naturais equilibrados e capazes de conservar a biodiversidade e gerar mais valias para as comunidades", destaca José Pereira, Presidente da Direção da Palombar, titular de Licença Promocional FSC® N004878.

José Pereira, Presidente da Direção da Palombar, na tomada de posse. Fotografia FSC® Portugal.
Florestas resilientes: o foco da nova orientação estratégica
O Memorando Programático definido para os próximos três anos é o documento orientador da nova direção, o qual está “alinhado com a ambição global do FSC de promover florestas resilientes que sustentam a vida na Terra, num contexto de crescentes desafios climáticos, perda de biodiversidade e transformação dos mercados”, indica a entidade.
Assim, os três grandes objetivos programáticos orientadores da nova estratégia do FSC Portugal são: 1. Reforçar o conhecimento para a resiliência florestal, apostando em bases normativas robustas, capacitação contínua, monitorização e avaliação de impactos com base científica; 2. Mobilizar atores para a gestão florestal responsável, reforçando a representatividade do sistema, o envolvimento das partes interessadas e a articulação com políticas públicas e parcerias estratégicas; e 3. Promover ações concretas para gerar impacto, através do aumento da área florestal certificada, da valorização dos produtos florestais não lenhosos, do fortalecimento de mercados responsáveis e da comunicação do valor ambiental, social e económico da certificação FSC.
“Reconheço que este novo mandato representa uma oportunidade determinante para consolidar o papel do FSC Portugal enquanto referência na promoção da gestão florestal responsável. A atuação articulada das três câmaras - ambiental, social e económica - continua a ser fundamental para assegurar um processo de decisão equilibrado, transparente e inclusivo. Dou, por isso, as boas vindas à Palombar, e estou convicta de que, com o seu apoio, continuaremos a reforçar a confiança entre as partes interessadas, a promover o diálogo construtivo e a impulsionar iniciativas que contribuam, de forma concreta, para conciliar a proteção dos ecossistemas, o respeito pelos direitos das comunidades e dos trabalhadores, e a viabilidade económica do setor florestal, fortalecendo a credibilidade e o impacto do FSC no nosso país”, refere Joana Faria, Secretária Executiva do FSC Portugal.